Após pegar Azeredo, CPI revela caixa 2 de FHC e José Serra (PSDB)
Por TUCANALHA NUNCA MAIS 12/08/2005 às 20:44
Caixa de Serra e FHC assaltou prédio da Petros onde a SMP&B funciona
Quanto mais se aprofunda a investigação, mais vem à tona uma série de relações que ligam Marcos Valério à corriola dos tucanos, sejam eles Daniel Dantas, Eduardo Azeredo ou Ricardo Sérgio, caixa de campanha de José Serra e Fernando Henrique Cardoso.
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Após pegar Azeredo, CPI revela caixa 2 de José Serra
A senadora Ideli Salvati (PT-SC) apresentou à CPI dos Correios uma série de notas fiscais e contratos que comprovam o caixa 2 usado pelo tucano José Serra. Os documentos mostram gastos 8 a 9 vezes superiores aos declarados ao TSE.
http://www.horadopovo.com.br/2005/agosto/10-08-05/z31008.htm
Caixa de Serra e FH assaltou prédio da Petros onde a SMP&B funciona
Quanto mais se aprofunda a investigação, mais vem à tona uma série de relações que ligam Marcos Valério à corriola dos tucanos, sejam eles Daniel Dantas, Eduardo Azeredo ou Ricardo Sérgio, caixa de campanha de Serra e Fernando Henrique. Na semana passada, integrantes do fundo de pensão da Petrobrás (Petros) revelaram que a sede da SMP&B funciona num prédio açambarcado por Ricardo Sérgio deste fundo de pensão.
Ricardo Sérgio de Oliveira já era conhecido como operador do caixa tucano desde 1988. Chegou a vice-presidente mundial do Citibank, de onde foi sacado para atuar como diretor da área internacional do Banco do Brasil, exercendo grande poder sobre os fundos de pensão.
Foi ele o principal operador da inclusão dos fundos de pensão no financiamento dos grupos acertados para açambarcar as estatais, sobretudo na área de telefonia. Denúncias levantadas na época, apontam que Ricardo Sérgio cobrou US$ 15 milhões na doação da Vale do Rio Doce e R$ 90 milhões na privatização da Telemar. Ele também seria o responsável pela operação de envio e lavagem de dinheiro no exterior via Banestado.
Consta ainda em sua folha corrida o perdão de uma dívida de US$ 70 milhões que o primo de Serra, Gregório Marin Preciado, tinha com o Banco do Brasil. Com o mesmo Preciado, Ricardo Sérgio também articulou os consórcios, juntamente com a espanhola Iberdrola, que açambarcaram três empresas de distribuição de energia elétrica no Nordeste.
Ricardo Sérgio também era dono de uma série de empresas, entre elas a RMC, a Planefin e Consultatum, por onde foram operados uma série de esquemas de internação de recursos e aquisição de bens e imóveis por meio de laranjas e coisas do gênero.
http://www.horadopovo.com.br/2005/agosto/10-08-05/pag3d.htm
SMP&B opera no prédio do caixa de Serra
Com tanto edifício dando sopa em BH foram escolher logo o que Ricardo Sérgio afanou da Petros.
http://www.horadopovo.com.br/2005/agosto/05-08-05/z120508.htm
SMP&B funciona no prédio do caixa de campanha de Serra e Fernando Henrique
A CPI dos Correios descobriu que a sede da SMPB, uma das agências de publicidade do empresário Marcos Valério, está localizada em um edifício de propriedade do caixa de campanha do atual prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), Ricardo Sérgio de Oliveira, um dos principais escroques da privatização das teles que deu a Daniel Dantas, do Opportunity, o controle de uma larga área da telefonia. Dantas é o maior - disparado - dos depositantes nas contas de Marcos Valério.
O prédio onde Valério tem a sua empresa pertencia ao fundo de pensão Petros, da Petrobrás. Ricardo Sérgio, no governo Fernando Henrique, conseguiu que a Petros e a Previ vendessem a um testa-de-ferro seu, por um preço irrisório, dois edifícios, um no centro do Rio e outro no centro de Belo Horizonte. É neste que Valério tem a sede de sua empresa.
Na sessão da última quarta-feira, o presidente da CPI, senador Delcídio Amaral (PT/MS), leu uma nota enviada pela direção do Petros comunicando que o fundo não é mais proprietário do edifício. De acordo com o documento, o Petros vendeu o prédio em 1999 ao empresário paulista Ronaldo de Souza, que não é outro senão o sócio de Ricardo Sérgio em uma empresa-fantasma.
Ricardo Sérgio foi caixa de campanha tanto de Serra quanto de Fernando Henrique. Quando este chegou ao Planalto o nomeou diretor da área externa do Banco do Brasil. Depois da divulgação das gravações sobre a privatização das teles, onde ele aparecia tramando com Mendonça de Barros uma negociata para favorecer Daniel Dantas, foi obrigado a demitir-se.
http://www.horadopovo.com.br/2005/agosto/05-08-05/pag3e.htm
HORA DO POVO - edições de 5 e 10 de agosto de 2005
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