quinta-feira, 30 de setembro de 2010

GOLPE EQUADOR

Segundo Rafael Correa, Presidente do Equador, após ser internado por ter sido ferido durante as manifestações de hoje, manifestantes foram procurá-lo no hospital onde estava e tentaram sequestrá-lo.- É uma tentativa de golpe de Estado da oposição - disse o presidente, acrescentando que se sente traído, "mas não por todos", horas depois de insultar os manifestantes. - Eles são um bando de bandidos ingratos.Leia mais em Correa declara estado de exceção no Equador e denuncia tentativa de golpe em meio a protestos

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Meu filme com LULA!

http://eucomlula.com.br/qJ

Do R7: Boatos tentam desestabilizar reta final da campanha de Dilma - OndaVermelha - #dilmanarede

Do R7: Boatos tentam desestabilizar reta final da campanha de Dilma - OndaVermelha - #dilmanarede

Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres. Os EUA é apenas um dos sete países no mundo que não ratificou o tratado global

Estratégia Global Abrangente e necessária para inventivar a participação e acabar com os abusos

(Nova York) 28 de setembro de 2010 - O Senado dos EUA deve aprovar rapidamente um projeto bipartidário que define uma nova estratégia para o envolvimento dos EUA na luta pelo fim da violência contra as mulheres em todo o mundo, disse hoje a Human Rights Watch . O Comitê de Relações Exteriores do Senado irá votar o projeto na quarta-feira 29 de setembro de 2010.

O projeto Internacional sobre Violência Contra a Mulher (Lei IVAWA) exigie que o Departamento de Estado adote um plano de cinco anos para reduzir a violência contra as mulheres em até 20 países-alvo. A abordagem exige maior proteção legal e judicial para a violência contra as mulheres, o reforço nos serviços de saúde para responder a essa violência, o aumento das oportunidades educacionais e econômicas para as mulheres e as alteraçõesdas normas sociais que perpetuam a violência contra as mulheres. Especial atenção é dada para responder à violência contra as mulheres no contexto de catástrofes humanitárias e nas situações de conflito armado.

"A violência contra as mulheres é um problema complexo, mas podemos ser mais espertos na luta contra ele - e é isso que este projeto pretende", disse Meghan Rhoad, pesquisadora dos direitos da mulher da Human Rights Watch. "O projeto do Senado tem potencial real de causar um duradouro impacto positivo nas vidas de mulheres e meninas ao redor do globo."

O projeto tem 33 co-patrocinadores no Senado e são patrocinadores de peso no Senado: John Kerry, democrata de Massachusetts, Barbara Boxer, democrata da Califórnia, e Olympia Snowe e Susan Collins, do Maine republicanos. Na Câmara dos Representantes, a versão do projeto que foi encaminhado à Comissão dos Assuntos Externos e da Comissão dos Serviços Armados, tem 123 co-patrocinadores, sendo patrocinadoresde peso na Câmara :Bill Delahunt, democrata de Massachusetts, Ted Poe, republicano do Texas, e Jan Schakowsky, democrata de Illinois.

As Nações Unidas estimam que uma em cada três mulheres no mundo tem sido vítima da violência. A Human Rights Watch documentou a violência desenfreada contra as mulheres, tanto nos conflitos armados e em casas e locais de trabalho em todo o mundo. Grande parte da violência fica impune, especialmente quando a proteção legal é insuficiente ou mal executada, o que agrava a situação. Recentes investigações da "Human Rights Watch" expõe degradantes exames forenses, realizados em sobreviventes de estupro pela equipe médica da Índia e frequente abuso de mulheres com deficiência, no norte de Uganda.

"A persistência da violência contra as mulheres em todo o mundo não é apenas um desafio à nossa consciência, mas um grande empecilho ao desenvolvimento econômico, político e social", disse Rhoad. "É um problema que nós literalmente não podemos nos dar ao luxo de deixar de resolver."

Há crescentes evidências dos efeitos debilitantes da violência contra as mulheres no desenvolvimento econômico. Em alguns países, a violência e o assédio sexual nas escolas, impedem as mulheres de obter educação e contribuir plenamente para suas comunidades. Os custos de saúde e absentismo associados a vítimas de violência doméstica, também acarretam um pedágio financeiro significativo.

O projeto do Senado complementa a Lei de Violência Contra a Mulher, que aborda estas questões dentro dos Estados Unidos. Legislação semelhante foi introduzida, mas não foi votada no último Congresso.

Human Rights Watch repetiu seu apelo para o Senado dos EUA ratificarem a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres. Os EUA é apenas um dos sete países no mundo que não ratificou o tratado global de mais direitos para as mulheres, necessários para sua maior participação e para acabar com os abusos cometidos.


Human Rights Watch imprensa

Human Rights Watch Press release

Comprehensive Global Strategy Needed to Engage and End Abuses

(New York) September 28, 2010 -- The US Senate should quickly approve a bipartisan bill that sets out a new strategy for US engagement in the struggle to end violence against women worldwide, Human Rights Watch said today. The Senate Foreign Relations Committee is scheduled to take up the bill on Wednesday, September 29, 2010.

The draft International Violence Against Women Act (IVAWA) would require the State Department to adopt a five-year plan to reduce violence against women in up to 20 target countries. The approach calls for increased legal and judicial protections against violence against women, strengthened health services to respond to such violence, increased educational and economic opportunities for women, and changes to social norms that perpetuate violence against women. Special attention is given to responding to violence against women in the context of humanitarian disasters and armed conflict situations.

"Violence against women is a complex problem, but we can be smarter in fighting it - and that's what this bill is about," said Meghan Rhoad, women's rights researcher at Human Rights Watch. "The Senate bill has real potential for lasting positive impact to the lives of women and girls around the globe."

The bill has 33 cosponsors in the Senate. Lead sponsors in the Senate are John Kerry, Democrat of Massachusetts; Barbara Boxer, Democrat of California; and Olympia Snowe and Susan Collins, Republicans of Maine. The House of Representatives version of the bill, which has been referred to the Committee on Foreign Affairs and the Committee on Armed Services, has 123 cosponsors. Lead sponsors in the House are Bill Delahunt, Democrat of Massachusetts; Ted Poe, Republican of Texas; and Jan Schakowsky, Democrat of Illinois.

The United Nations estimates that one of every three women in the world has been a victim of violence. Human Rights Watch reports have documented rampant violence against women, both in armed conflicts and in homes and workplaces throughout the world. Much of the violence goes unpunished, especially where insufficient legal protections are compounded by poor enforcement. Recent Human Rights Watch investigations exposed degrading forensic examinations conducted on rape survivors by medical personnel in India and the frequent abuse of women with disabilities in northern Uganda.

"The persistence of violence against women around the world is not only a challenge to our consciences, but a major impediment to economic, political, and social development," Rhoad said. "It is a problem that we literally cannot afford to fail to solve."

There is mounting evidence of the debilitating effect of violence against women on economic development. In some countries, violence and sexual harassment in schools prevent women from obtaining an education and contributing fully to their communities. The health care costs and workplace absenteeism associated with injuries from domestic violence also take a significant financial toll.

The Senate bill would complement the Violence Against Women Act, which addresses these issues within the United States. Similar legislation was introduced, but not voted on, in the last Congress.

Human Rights Watch repeated its call for the US Senate to ratify the Convention on the Elimination of All Forms of Discrimination against Women. The US is only one of seven countries in the world not to have ratified the major global women's rights treaty.

Human Rights Watch Press release

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Blog do Edilson: Leonardo Boff: A mídia em guerra contra Lula e Dil...

Blog do Edilson: Leonardo Boff: A mídia em guerra contra Lula e Dil...: "O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de idéias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abus..."