quarta-feira, 26 de maio de 2010
PROMOTOR DE JUSTIÇA JOSÉ CARLOS BLAT
Hoje assisti a uma audiência na Assembléia de São Paulo.Estava dando seu depoimento, o I. Promotor de Justiça, José Carlos Blat e fiquei pasma ao saber que até há oito anos atrás, não havia cruzamento de dados entre os Tribunais de Justiça dos Estados no Brasil. A pessoa que cometia um crime no Amazonas, vinha para São Paulo e aqui se cometesse outro, não seria reiscidente. Carlos Blat falou sobre os provedores de Internet , com relação ao crime de pedofilia, afirmando que alguns provedores têm escritórios no Brasil e que precisa ser encontrada a forma de punir os provedores que, alegando privacidade, não denunciam os usuários pedófilos. Disse também que é um absurdo não haver no Brasil uma rede alimentada com dados criminais, a qual poderia ajudar a desvendar organizações criminosas pela interligação de dados e que há programas específicos para isso.Faltam vasos comunicantes, que permitam, por exemplo, identificar as testemunhas de defesa do criminoso A como sendo as mesmas do criminoso B.
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Eu acrescentaria: Há necessidade de se criar o Cadastro Nacional de Pedófilos, o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas e instituir-se a Castração Química para os casos de pedofilia, medida opcional, talvez com outro nome, como Tratamento Hormonal, por exemplo.
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