As audiências começaram dia 20 de maio e nelas os familiares de desaparecidos serviram como testemunhas. Eles criticaram a Lei de Anistia, de 1979, que estaria sendo um obstáculo para que os restos mortais fossem encontrados e os torturadores, punidos.
O Estado Brasileiro contra-argumentou que a questão estaria encerrada no País e que já foi reconhecido o que aconteceu aos desaparecidos. Wadih acredita em veredicto favorável aos parentes dos desaparecidos. "Em casos semelhantes de outros.países que já foram julgados foi decidido favoravelmente às vítimas de políticos desaparecidos. Mas, se a Corte Interamericana decidir assim no caso brasileiro, contrariará posição do Supremo Tribunal Federal(STF), que há duas semanas decidiu que os torturadores, assim como os torturados, também são beneficiados com a Lei de Anistia", observou.
"Meu pai nunca havia militado na luta armada ou mesmo estado na clandestinidade. Preciso saber o destino dado aos restos mortais dele", afirmou Felipe Santa Cruz, filho de desaparecido.
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